Quem Ama Sabe o Que Quer!

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Quando o amor chega, ele vem para ficar. É o fim da procura e o início de um sonho que vai se tornando cada vez mais real. É a química do amor que desencadeia um processo de alteração no metabolismo orgânico, promovendo a ativação dos hormônios e a produção de substâncias altamente complexas, que despertam nossos sentimentos mais profundos e aguçam nossos desejos mais intensos.

Mas não é só a questão da química. Há também a atuação da mente, estabelecendo um arrazoado próprio, tão convincente quer argumento algum, por mais consistente que seja, jamais poderá derrubar. É o amor que chega, como no dizer de Pascal, estabelecendo “razões que a própria razão desconhece”!

Quem ama não se acovarda, não tem medo de revelar o que sente e o que vê na pessoa amada. Mesmo diante de toda pressão, a pessoa não se intimida em revelar sua firme disposição de manter-se fiel ao compromisso assumido, independentemente do que isso poderia lhe custar.

Como é triste observar que hoje existem maridos que não têm coragem sequer de elogiar a esposa, ou de apresentar-se ao lado dela. Também existem mulheres que se envergonham do marido, e que fogem dos compromissos que exigem a presença do cônjuge. Estes estão dando uma triste demonstração de falta de amor.

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ABENÇOANDO UM AO OUTRO

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Aqui vão dez sugestões que podem ajudar bastante o desenvolvimento do hábito de ser uma bênção na vida de seu cônjuge, e aprimorar o relacionamento conjugal:

a)   Aceitem-se de forma mútua e incondicional – a aceitação incondicional diz ao cônjuge: “Amo e aceito você como você é; com pontos fortes e fracos. Não é preciso mudar nada para ser amada(o) por mim”. Apesar de existir a necessidade de algumas mudanças para melhor convivência, essas mudanças virão com o tempo. Outra, nunca virão. Por isso, o cônjuge não deve ter expectativas nesse sentido, e esperar a alteração para então oferecer o amor. Ele(a) deve amar a outra pessoa agora, do jeito que é.

b)   Sejam muito amigos – Muitas vezes, no começo do relacionamento, o casal se torna melhores amigos, pois o coração está cheio de amor e desejo de compreender e alegrar o outro. Infelizmente, depois de casados, o ressentimento toma conta do coração, e, pelas circunstâncias, pressões, dificuldades da vida em comum, tornaram-se incompatíveis.

c)    Toquem-se com freqüência – Durante o período do namoro, noivado e início de casamento, parece impossível o casal não trocar algum tipo de afeto físico, tais como abraços, beijos, afagos, carinhos. Por que esse costume tão saudável, torna-se tão raro e escasso conforme os anos de casamento vão passando? Não deixem de cultivar o abraço, o beijo, seja de manhã, de tarde, ou na hora de dormir. Ao saírem, despeçam-se carinhosamente, e ao reencontrarem-se, que haja contato afetuoso entre vocês. Lembrem de tocar seu cônjuge com amor sem a intenção do ato sexual.

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USE SUAS ENERGIAS COM SABEDORIA

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Você tem muita energia para gastar durante o dia e precisa decidir como irá empregá-la. No amor? Ou na ira? Fazendo algo pelos outros? Ou fazendo algo aos outros?

Algumas pessoas vivem como se estivessem paradas numa grande piscina. Não avançam em nenhuma direção. Batem os pés como loucas, mas não saem do lugar. Esta é a lamentável condição psicológica de milhares de pessoas. Não vão a nenhum lugar; apenas permanecem a meio caminho e sentem-se seguras nessa posição pois não precisam fazer as escolhas que a vida exige delas.

O fato, porém, é que se, na vida, você ficar parado na água por muito tempo, acabará se afogando. Você não pode simplesmente ficar parado na água para sempre.

Se há algo que precisa ser feito em sua vida hoje, comece a fazê-lo. A ansiedade e a ira serão atenuadas ao decidir buscar uma solução para o problema, seja ele qual for.

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Você se casou com a pessoa certa?

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Às vezes, as pessoas questionam se realmente se casaram com a pessoa certa. Isso costuma acontecer nos dois primeiros anos após o casamento, quando as diferenças de personalidades começam a se evidenciar. Esse processo é normal.

Logo no início do casamento, não enxergamos com nitidez essas diferenças. Achamos que são “características exclusivas” da personalidade do cônjuge. Passado algum tempo, a situação se modifica. Primeiro, tentamos nos adaptar. Toleramos, não tomamos conhecimento nem negamos a existência das diferenças, a fim de evitar conflitos.

Depois, nós as anulamos ou tentamos eliminá-las exigindo, pressionando ou manipulando o cônjuge.

Em seguida, passamos a apreciar as diferenças, porque descobrimos que são necessárias e indispensáveis. Na verdade, elas são essenciais. Em função disso, passamos a elogiá-las, a gostar delas, a aceitá-las de bom grado. Incentivamos sua evolução.

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